Após operação da PF, Jaques Wagner nega ter recebido propina

O ex-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Jaques Wagner (PT) negou, na tarde desta segunda-feira (26), que tenha recebido propina. O petista ainda alega não saber de onde a delegada responsável pela operação Cartão Vermelho, no âmbito da Lava Jato, que investiga suposta fraude na construção da Arena Fonte Nova ‘tirou’ o valor de R$ 82 milhões.
Segundo Wagner, o contrato firmado pelo governo do Estado e com o Consórcio da Arena Fonte Nova para construção do estádio foi feito após consulta e audiência públicas. “Assim foi na questão na Fonte Nova que, infelizmente, a Polícia Federal está comprando uma versão de que houve superfaturamento”, diz.

Governador Rui Costa defende Wagner

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), declarou nesta segunda-feira (26), que confia na lisura do ex-governador e colega de partido Jaques Wagner (PT), que é um dos alvos de investigação da Polícia Federal, na Operação Cartão Vermelho, deflagada nesta segunda. A operação investiga casos de irregularidades envolvendo a contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão da Arena Fonte Nova.
Rui defende que conhece Wagner há 35 anos e tem confiança “na sua lisura e na sua correção”. “O processo de investigação comprovará essa lisura do que foi feito”, completa. O governador ainda destaca que todos devem ser apurados dentro da lei, e com imparcialidade.
A Polícia Federal esteve na casa de Jaques Wagner, no Corredor da Vitória, em Salvador, nesta manhã, e saiu de lá levando dois malotes, contendo documentos, computador, celulares e 15 relógios de luxo, que de acordo com a PF seriam presentes da Odebrecht como parte de propina no caso da Fonte Nova, alvo da investigação.

FONTE: VARELA NOTICIAS

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