Pretas Por Ter comemora 18 anos em Lauro de Freitas

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PRETAS POR TER
Um texto, três atores e 5 milhões de gargalhadas!

Cine Teatro Lauro de Freitas
Dia 30 de novembro às 20h00.
Ingressos: Meia R$ 15 / inteira R$ 30
Promoção antecipada:R$ 10,00
Informações: 71 98270-6323 (whats)

PRETAS POR TER
Mais de 5 milhões de gargalhadas.

Pretas Por Ter é uma comedia onde duas professoras disputam o poder numa sala de aula. A estréia foi no consagrado Festival de Curitiba em 2001, obteve casa lotada nos seis dias de participação e de lá para cá, não pararam mais.
Várias são as razões para estes 18 anos de estrada, uma delas é o estilo baiano de fazer humor marcado pelo teor “cítrico”. Outro motivo é a forma inovadora de promover o espetáculo. A Cia. Baiana de Risos, desenvolve passeios por toda cidade improvisando e brincando com todos. O texto de Alberto Damit que, recheado de referências aos costumes e tipos baianos, foi construído a partir de pesquisas sobre o comportamento preconceituoso do negro para com o próprio negro e na narrativa faz uso da comédia como veículo de reflexão. A construção das personagens é outro ponto alto da encenação. Em quase todas as sessões as pessoas reconhecem a professora conservadora, ortodoxa e cheia de manias pedagógicas ultrapassadas e Marlene uma orientadora disciplinar popular, totalmente consciente de sua condição racial. Os reflexos do sucesso chegaram à São Paulo, cuja montagem com atores paulistas, obteve igual sucesso.
A nova temporada de Pretas por Ter chega em 2018 contando com a participação especial de Xanddy, do Harmonia do Samba, fazendo a voz do diretor do cursinho.

Resumo
O espetáculo é realizado por dois atores e se desenrola no dia em que uma professora adoece e precisa ser substituída. Altair é designada para substituí-la e Marlene, inconformada, decide atrapalhar os planos da outra utilizando toda sorte de artimanhas e interferindo o tempo todo na aula.

Sobre a Cia. Baiana de Risos

Muitos foram os motivos para criação da Cia. Baiana de Risos: o gosto pelo teatro, o desejo de promover um trabalho que ampliasse nossas possibilidades de atuação, mas acima de tudo a vontade de usar nossa arte como ferramenta de discussão e mudança sócio-cultural. Sabemos o que uma voz em destaque pode fazer e temos certeza do que um bando de gente pensando do mesmo jeito pode conseguir.
Cia. Baiana de Risos atua dentro e fora do palco, desde 1990. Em cena nossas galhofas são consumidas e refletidas, fora dela somos cientistas bisbilhoteiros fazendo da atitude alheia uma fonte de estudo.
Durante cinco anos propusemos essa ‘bisbilhotagem’ em tudo que fosse mérito também num artista. Trabalhamos com personalidades de diversas áreas de artes, buscando sempre o aperfeiçoamento e a compreensão do fazer teatro.
O projeto Pretas Por Ter foi inicialmente criado para ser um drama-dialético que buscasse na própria atitude discriminatória, a consciência sobre o comportamento dos agentes do preconceito. Durante os estudos para a montagem, percebemos que o humor imprimia parte do comportamento da ação preconceituosa, e que nosso alcance seria maior se utilizássemos o mesmo humor como antídoto.

Sobre o Autor

Alberto Damit é baiano fez escola de teatro da UFBA, trabalhou com Cilene Guedes, Alberto Martins, Moacyr Moreno, entre outros, e foi criador do primeiro grupo de teatro de sua cidade.
No Rio de Janeiro trabalhou no musical “O cortiço”, dirigido por Sérgio Britto; participou ao lado de Fernanda Montenegro do Filme “Chão de Estrelas”, de Marcos Faustini, e dos filmes “Cólera de Abutre”, e “O Rapto da Manteiga de Garrafa”. Como Cineasta dirigiu o média-metragem “Mamãe foi pro Espaço”, e os curtas “Cão”, “Minha terra tem palmeira, zueira e baile funk” e “É Niuma”.
Na TV Globo fez as novelas e minisséries: “Rei do Gado”, “Torre de Babel”, “Zorra total”, “O Clone”, “Sob Nova Direção”, “A Lua me Disse”, “ A Favorita” e “Caras & Bocas”.
No teatro foi diretor de: “Auto da compadecida”, com o Bando de Novos atores; “O segredo de Esmeralda”, com Neuza Amaral; “Pelega e Porca Prenha”, com a Cia dos Zoneiros (prêmio de melhor direção no Festival Carioca de Teatro) e “Eu sou Romeu”, com Yuri Velanski.
Na Cia de Risos assinou a autoria dos textos: “Pretas Por Ter”, “A Velha na Janela”, “Baianidade Baiana”, “Eu sou Romeu”, “Escola pra Machos”, “ Homem de Aluguel” , “ Lascou Heim”, “Seqüelados” e recentemente, integrou o elenco da novela “segundo sol”.

Sobre o Diretor

Marco Antonio Lucas

É diretor artístico dos projetos da Cia. Baiana de Risos firmou-se como diretor após trabalhar longo período como ator. Inspirado por Franz Kafka, Nelson Rodrigues e Tonico Pereira desenvolveu seu olhar criador. Com a Cia. Encena elaborou diversas pesquisas cênicas, usando a dialética no teatro como ferramenta motora de transformação. Foi assim que ganhou em 1990 o prêmio de melhor ator com ‘Metamorfose’ de Kafka no Festival da FETAERJ. Em 1996 foi convidado por Rogério Rodrigues para produzir e protagonizar “Compendium Maleficarum”, resultado de uma pesquisa sobre a inquisição francesa no Centro Cultural dos Correios. Além de atuar e dirigir também desenha figurinos para teatro e cinema. Foram dele os figurinos de “Conta um Conto” de Alexandre Damascena; o musical “A Onça e um Bode” de Marcos Faustini e “Pelega e porca prenha na mata do pequi”. Em cinema fez “O mensageiro de Arben” de Fulvio Maia, “Mamãe foi pro espaço” de Alberto Damit, “Lost Zweig”, de Sylvio Back e o curta-metragem “É Niuma!?” de Vanclei Santos.
Uma das principais preocupações de Marco Antônio é com a formação de Platéias:
– Não há como valorizar o teatro se antes não aprendermos a gostar dele.

Ficha Técnica

Texto
Alberto Damit

Direção
Marco Antonio Lucas

Elenco
Robson Cartaxo (Profa. Altair)
Jonas Laborda (Marlene)
Marco Antonio Lucas (Merilyn)
Cantor Xanddy (Off como Diretor)

Figurinos e Maquiagem
Brian Uchoa

Cenário
Luciana Lakaster

Fotografia
Renato Neto

Assessoria de imprensa
André Firmino

Programação Visual
Arnaldo Moura e Miguel Pires

Produção
Manoel Ronald

Direção de Produção
Alberto Damit e Marco Antônio Lucas

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