Paróquia de Santo Amaro de Ipitanga completa 413 anos

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com festa ao padroeiro em Lauro de Freitas Novenário ao santo já começou e segue até quinta-feira (14) de janeiro. Dia festivo será sexta-feira (15).

Paróquia de Santo Amaro de Ipitanga, em Lauro de Freitas durante festejos ao padroeiro antes da pandemia da Covid-19 — Foto: Reprodução/TV Bahia

A paróquia mais antiga de Lauro de Freitas, Santo Amaro de Ipitanga, localizada no centro do município da região metropolitana de Salvador, completa 413 anos em 2021. Para homenagear o padroeiro nestes mais de quatro séculos de caminhada, os fiéis participam de novenários e missas. O dia festivo será celebrado na sexta-feira (15).

Este ano o novenário tem como tema central “E a Palavra se fez Carne e a Carne se fez pão”. O período de orações começou no dia 6 de janeiro, mas segue até quinta-feira (14), sempre às 19h, no Centro Paroquial João Paulo II, localizado próximo à Matriz.

Por causa da pandemia da Covid-19, para participar das celebrações foi necessário realizar um cadastro no site Sympla. Não há mais vagas disponíveis, conforme apontado no site. A inscrição prévia é uma medida que visa cumprir o decreto estadual que autoriza a realização de eventos com limite de até 200 pessoas.

Ainda durante o novenário é realizado o tradicional bazar, sempre das 14h às 17h. Já a quermesse acontece na modalidade drive-thru, a partir das 18h e após a celebração.

No dia festivo, na sexta-feira (15) serão celebradas missas em diversos horários: às 7h, presidida pelo vigário paroquial, padre Thiago Kern; às 9h sob a presidência do Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Cardeal Dom Sergio da Rocha; às 17h celebrada pelo bispo auxiliar, Dom Marco Eugênio Galrão Leite de Almeida; e às 19h, presidida pelo pároco, padre Juraci Gomes.

História da paróquia

A paróquia Santo Amaro de Ipitanga foi construída pelos padres da Companhia de Jesus (Jesuítas), sob a orientação do padre José de Anchieta, junto com a aldeia de São João, em 1608. O templo conta com estrutura de paredes de alvenaria mista de pedra e tijolo.

Em 1944, tanto a edificação quanto o acervo da Matriz foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Já em 1975 a Igreja passou por uma reforma que devolveu as características originais ao templo.

No ano de 2019, a Matriz passou por uma nova reforma, com intervenções que consistiram na recuperação do forro, ajustes das instalações elétricas, substituição do telhado e na manutenção do madeiramento, restauração das esquadrias e pintura. Vale ressaltar que tanto a reforma realizada em 1975 quanto a de 2019 foram acompanhadas pelo IPHAN.

Atualmente sob o pastoreio do padre Juraci Gomes, a paróquia é formada por sete comunidades: São Mateus, São Pedro, São João Batista, Bom Pastor, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora das Graças e Matriz

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