Dr. Vidigal participa de lançamento da moeda social de Lauro de Freitas

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Na manhã desta quarta-feira (26), Lauro de Freitas deu mais um passo de fortale bomcimento na economia solidária. A Secretaria de Trabalho, Esporte e Lazer (Setrel), lançou o programa de implantação da moeda social no município, no auditório do Centro Estadual de Educação Profissional em Tecnologia, Informação e Comunicação (CEEPTIC).

Para o vice-prefeito, esse é mais um marco importante para a sociedade municipal.
“Este trabalho desenvolvido por Joaquim Melo ao redor de todo o Brasil, já existe desde 1998. Nosso país tem 152 bancos comunitários e à partir de hoje, passa a ter 153. A moeda social é uma realidade que agora chega para o nosso povo, através do trabalho da SETREL e o apoio da Câmara de Vereadores para fortalecer a economia local, a vocação do nosso povo que merece políticas públicas efetivas como esta”, lembra Cafezeiro.

Uma prefeitura municipal lançar um banco com moeda social é um ato de coragem. “Estou muito feliz em estar aqui. Lauro de Freitas é o primeiro município da Bahia a adotar o programa de implantação da moeda social e do banco comunitário municipal e que possa abrir as portas para que mais municípios implantem este programa que transforma e fortalece a economia solidária”, afirma Joaquim Melo da Rede Nacional de Bancos Comunitários.

O secretário de Trabalho Esporte e Lazer de Lauro de Freitas, Uilson Souza lembra criação da moeda solidária é um momento histórico no município. “Estamos colocando nossa cidade no centro de uma articulação nacional com a implantação da moeda. Também estamos levando mais desenvolvimento local, beneficiando o mercado de trabalho e gerando mais renda”, garante.

Para a vereadora Luciana Tavares, existe um capitalismo selvagem, agressivo e uma população que sofre com isso, mas temos uma parcela da sociedade que pensa de que forma podemos sair dessa cilada. “Esse programa cria uma alternativa a esse capitalismo. Esta é uma iniciativa de conhecimento, de formação muito importante para nossa sociedade”, garante.

O uso da moeda social é restrito, e a sua circulação beneficia a redistribuição dos recursos na esfera da própria comunidade.


Assessoria de Comunicação – Dr. Vidigal Cafezeiro

Aladim Locutor

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