Em nota, Rosalvo explica que sua filiação ao PT não garante sua candidatura a prefeito já que é uma construção coletiva

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A Prefeita Moema Gramacho assinou recentemente a minha ficha de filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT), como já é de conhecimento geral.

O mesmo não é dizer que serei candidato a prefeito pelo partido no ano que vem. Cabe à Prefeita Moema Gramacho liderar qualquer processo político e nada há nesse sentido até este momento.

Candidaturas são construções coletivas. Ninguém é candidato de si mesmo. A minha filiação ao PT não tem esse objetivo, embora o meu nome esteja à disposição do partido, como o de outros companheiros.

Quem acompanha a trajetória dos nossos mandatos e a nossa atuação política em Lauro de Freitas sabe que sempre estivemos próximos do Partido dos Trabalhadores.

Sempre somamos com a Prefeita Moema Gramacho e o coletivo do PT para fazer o melhor pela nossa cidade. As divergências fazem parte desse processo e são saudáveis porque aportam pluralidade de opinião, levam a soluções inovadoras e inteligentes, promovem a participação e a democracia.

A minha filiação ao PT esteve em pauta algumas vezes anteriormente, como todos também sabem, mas nunca obteve a unanimidade dos votos na Comissão Executiva Municipal, como alcançou agora. E por isso preferi aguardar.

Nessas ocasiões, fui filiado a outras legendas por orientação da minha prefeita, para que pudesse compor alianças de apoio aos governos do PT no município. Mas chegou a hora de ingressar no partido.

Tudo sob o céu tem um tempo certo, sob os desígnios de Deus. Não haveria de ser diferente neste momento.

Vivemos uma etapa muito importante da vida nacional, de união e reconstrução, sob a liderança do Presidente Lula, com a decisiva contribuição do Ministro Rui Costa na Casa Civil e de Jaques Wagner no Senado.

Na Bahia, vivemos desafios inéditos que também impõem união e firmeza de propósitos. Lauro de Freitas, conurbada à capital, sente todos os efeitos da cidade grande e precisa enfrentar presente e futuro com determinação e trabalho. Porque nada se conquista sem empenho e esforço pessoal.

A filiação ao PT é um passo natural na minha trajetória política, mas também pessoal. Sou filho de um pescador e de uma doméstica, conheço de perto a realidade do povo que sempre depositou confiança e esperança no Partido dos Trabalhadores.

É um povo que almeja dignidade e oportunidade igualitária para crescer, prosperar, criar os seus filhos e ser feliz. Tudo isso meu pai e minha mãe me ensinou e deixou raízes. É por isso que estou no PT.

Aladim Locutor

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